terça-feira, novembro 09, 2004

Vem aí, mais um Manifesto!!!

Portugal!! Portugal!! Esse grande país, à beira mar plantado. Com uma história riquíssima, que resultou de namoros entre Lusitanos e Romanos, que se materializou nas romarias de Cristãos em terras mouras, e que fruto de uma “aventura” de um tal de Afonso (não o Henriques, mas seu pai) que finalmente decidiu, sem qualquer protecção especial, proceder à “fecundação” com a, na altura, nação de Leão. Abrigado no ventre protector de Leão (mais tarde, após outro casamento Leão passou a ser parte do Reino de Castela), o feto ou Condado Portucalense, foi-se desenvolvendo. E eis que finalmente em 1143, através do engenho de D. Afonso Henriques, deu à luz o Reino de Portugal.
Daí em diante foi crescendo, crescendo, crescendo... quer dizer, nunca passou de um pequeno país… até mesmo nos dias de hoje. Uma adolescência normal, com romances e desavenças com outras nações, uma relação que terminou mal com Castela (estiveram inclusive ligados, mas depois, em pleno século XVII optaram por seguir cada um o seu rumo). Manteve as “manias” de grandeza lá em cima, com “descobrimentos e um “mundo” português, mas fruto de uma imaturidade própria em adolescentes, na prática tudo passou de uma realidade para uma recordação.Adiante… este manifesto, apesar de ser mais um marco na história literária do grande To Ginja, não pretende ser uma revisão de história. Histórico apenas o facto de To Ginja regressar com mais um fulminante manifesto. A sua impressionante conjectura de palavras e termos, as suas harmoniosas e ruidosas frases, o seu intelecto anormal e o seu espírito mordaz, tudo presente neste Manifesto Português, orgulhosamente produzido pelo magnânime e sublime To Ginja, o Minotauro.
Fiquem atentos, para a publicação do grande Manifesto Português!!!